A Aripuca

A Aripuca, flora e cultura guarani em Iguazu

Publicado el 11 de agosto de 2011 por



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A selva de Misiones perto do rio Iguazú guarda legados das populações nativas guaranis que habitaram nela. A riqueza cultural dessas comunidades e seu profundo respeito pela natureza e revivido em La Aripuca, parque temático que procuram aumentar a conscientização sobre como cuidar o meio ambiente e as desastrosas conseqüências do desmatamento, além de ensinar parte da história pré-colonial da região.

“Aripuca” era o nome que os guaranis deram a uma armadilha de caça usada para capturar os animais sem machucá-los. O parque recria a Aripuca precisamente uma armadilha em proporções gigantescas, construída com troncos na região, de 28 espécies diferentes. Seu objetivo é mostrar a quem visita o tesouro da floresta que compõe a floresta de Misiones.

 O monumento colossal possui 17 metros de altura e 30 de diâmetro. No total, 500,000 kg de troncos de árvores em perigo de extinção. Claro, essas madeiras não foram limpas, muitas das quais foram adquiridas em serrarias, onde se tornam tabelas, ou recuperados de fazendas na área onde tinham sido derrubadas pelo vento ou para cumprir seu ciclo de vida própria.

Lapacho aba, cedro missionário, timbó, jacarandá e Peteribí são algumas das árvores utilizadas para dar vida ao Aripuca. Cada tronco tem o nome correspondente esculpidos, tornando-o extremamente visita educacional. Uma escada em caracol leva a cima desta armadilha gigante que muitos visitantes definem como uma “armadilha consciência”  sobre o efeito que produz a consciência ecológica bem sucedida.

O percorrido pela Aripuca, orientado por um guia local, permite conhecer as caraterísticas das árvores que integram o parque, suas potencialidades e sua a distribuição geográfica. Também há uma sala de interpretação e outra com artesanatos guaranis, que premitem conhecer melhor a cultura guaraní.

 

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